“Conheço pessoas que não tem ciúme. E admiro, admiro mesmo. Já ouvi falar que ciúme é sinal de insegurança, que ciúme é imaturidade, que ciúme é bobagem. Já ouvi dizer que ciúme é prova de amor. Olha, eu não sei definir o que é o ciúme, só sei dizer que a gente fica meio cega, meio burra, meio surda e fala muita besteira. E depois se arrepende.”
—Clarissa Corrêa.  (via matheussbarbosa)

(Source: aninharamos, via matheussbarbosa)

“Mãe lê pensamentos, tem premonição, sonhos estranhos. Conhece cada choro, de gripe, de medo, entra sem bater, liga de madrugada, pede favor chato, palpita e implica com amigos, namorados, escolhas. Mãe dá roupa do corpo, tempo, dinheiro, conselho, cuidado, proteção. Mãe dá um jeito, dá nó, dá bronca, dá força. Mãe cura cólica, porre, tristeza, pânico noturno, medos. Espanta monstros, perigos. Mãe tem intuição e é messiânica: mãe salva. Mãe guarda tesouros, conta histórias e tem lembranças. Mãe é arquivo! Mãe exagera, exaure, extrapola. Mãe transborda, inunda, transcende.”
—Autor Desconhecido.  (via re-fugios)

(Source: proviscar, via prescutar)

“Mãe cura Cólica, rapaz. Mãe é indicada em caso de suspeita de dengue. Mãe é abraço mesmo de longe. Mãe é flor do pequeno principe, é a Capitu da vida de Assis, é a saudade que a gente sente quando nem se foi embora ainda. Mãe é música pra dormir no silencio. É a certeza de que mesmo se nada estiver certo, está tudo bem. Mãe é colo aos seis anos, é colo aos quinze anos, é colo aos trinta, quarenta, sempre… Mãe é a prova que os ateus precisam pra acreditar em Deus, a prova da divindade no meio humano. É livro que se lê mil vezes e mil vezes se lê de novo. É da falta de paciencia… É o ”Onde está aquilo?” Mãe é a vontade de sair de casa, de morar sozinha, de viver a vida e puf a vontade de voltar pra casa, de chorar no colo de mãe. É a duvida. A certeza. É tudo misturado porque ninguém consegue separar a grandeza de uma mãe. Ninguém a entende. Ninguém a consola. Ela que entende, surpreende. GIGANTE. Nada nesse mundo resumiria amor de mãe. É capaz de tudo, menos de deixar de ser mãe. Mãe é quem cria. Quem alimenta. Quem paga balinha no posto. Quem dá boneca no dias crianças. Quem ouve: ”Mãe eu não sou mais criança!”. Quem ri, quem chora escondido. Que tem dores, amores, que teve sonhos. Que teve mãe. Quer colo. Quer gritar. Renato Russo, entre tantas outras coisas, sabia bem o que dizer quando lá no fim de uma música disse: ” Você diz que seus pais não lhe entendem , mas você não entende seus pais. (…) São crianças como você, o que voce vai ser, quando você crescer…” De qualquer forma mãe, se um dia eu for 1/3 da mulher que você é, eu já terei sido muito mais, que um dia eu pretendi ser.”
—Bárbara Matoso em E se esse fosse o ultimo dia das mães da sua mãe?  (via capitule)

(Source: procenio, via prescutar)


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